“Vocês topam entrevistar o Raul de Souza, aqui no MIS, amanhã?”. Era um sábado à noite e quem estava do outro lado da linha era Teresa Benassi, amiga e coordenadora do setor de áudio e música do Museu da Imagem do Som paulistano. Oferta irrecusável. Não só pelo fato de que o carioca é referência viva, e mundial, quando se fala de trombone, mas também por viver fora do país.

entrevistas recentes

Dominguinhos

Um dos nomes mais importantes da sanfona brasileira foi um melodista privilegiado.

Maria Alcina

Herdeira de Carmen Miranda, a cantora mineira não se encaixa em classificação alguma.

Mônica Salmaso

Ela é uma das principais cantoras de mpb surgidas nos anos 1990.

Antes de pensar em ser artista, quais eram as opções (profissionais) que você vislumbrava?

Com toda a minha timidez eu queria ser professora. Adoro ler e escrever até hoje. E era uma coisa que eu pensava. Eu tinha uma senhora que dava aula particular, né? Aí eu arrumei um caderno e um lápis e fui pra lá. Aí minha mãe me procurando, me procurando, me procurando, até que alguém tinha me visto entrar na casa e falou pra ela: “Ela tá lá na Dona França”. Ela foi lá. E a Dona França: “Não, deixa a menina, deixa a menina!”. “Mas eu não posso pagar, Dona França!” Aí a Dona França começou a me ensinar. Eu tinha uns seis pra sete anos.

reis do ritmo

Mutinho

Tocou com Toquinho & Vinicius e assinou sucessos como “Turbilhão” e “Escravo da alegria”.

Heraldo do Monte

Da viola à guitarra, de Dolores Duran ao Quarteto Novo e Grupo Medusa.

Sivuca

Autor de “João e Maria”, guitarrista e sanfoneiro coloca o popular e o erudito no mesmo prato.

exposição

Inspirado nas antigas agências fotográficas, um antigo desejo do Gafieiras começava a tomar forma em 2009: um coletivo de fotógrafos para gravar em imagens a música feita no Brasil. O objetivo era a construção de um acervo vivo, múltiplo, intenso e sensível.

Assim, no mesmo ano de sua criação, publicou nas redes e nas ruas o projeto Pioneiras, que retratou artistas que iniciaram suas carreiras entre as décadas de 1940/60, como Claudette Soares, fotografada por Fernando Angulo.

 

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“Sempre fui feminista!”

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Paraguassu

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Supercarioca

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João do Norte ao Leste

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Rapaz, eu paguei um mico quando vim pela primeira vez pro Rio de Janeiro. Eu lá com meus 22 anos, paguei uma grana só de excesso de pedra que eu trazia. Eu fazia um curso de Geologia e fiquei catalogando durante muito tempo… pedras. Depois foi a época dos fósseis. E aí eu fui fazer pesquisa, Serra do Araripe e toda aquela região. Eu tinha muito (material). Então, paguei… Eram caixas e caixas. [ri] No final da conta era caixa de pedras. Mas eu também tenho um desapego com essas coleções. Eu vou doando para os sobrinhos, os filhos, os amigos. Digo assim: “Não tô conseguindo”.

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Thaíde: "Ainda vivo de aluguel!"

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