“Vocês topam entrevistar o Raul de Souza, aqui no MIS, amanhã?”. Era um sábado à noite e quem estava do outro lado da linha era Teresa Benassi, amiga e coordenadora do setor de áudio e música do Museu da Imagem do Som paulistano. Oferta irrecusável. Não só pelo fato de que o carioca é referência viva, e mundial, quando se fala de trombone, mas também por viver fora do país.